sábado, 13 de novembro de 2010

V FORMARAU DA TRUPE ORTAÉTICA VEM COM TUDO!!!



As experiências significativas em ARTE realizadas na Educação da Prefeitura da Cidade de São Paulo estão a disposição para serem comentadas. Tranformo minha prática docente e artística num espaço de debates.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

EQUIPE ORTAÉTICA PALESTRANDO AOS EDUCADORES SOCIAIS DA SERRA DA CANTAREIRA

A Trupe Ortaética foi convidada para palestrar sobre “Arte/Educação como processo de criação” aos educadores do Centro da Criança e do Adolescente Meu Guri.

O encontro realizado nessa quinta-feira, 22 de julho de 2010, foi um misto entre teoria, referências bibliográficas, exposição de diferentes experiências e atividades práticas de percepção.

Com caráter de bate-papo interativo, o coordenador do projeto de Teatro Comunitário, Professor Tiago Ortaet, iniciou o encontro com explanações a respeito do panorama da Arte/educação e suas consonâncias, principalmente no que tange o trabalho como reflexão do cotidiano em espaços comunitários com famílias.

Foi abordado a dinâmica de trabalho em diferentes espaços (lócus) e os desafios que se inserem perante as dificuldades.

Logo em seguida a atriz e professora de Teatro Thaís Aguiar, relatou aos presentes sua experiência num projeto piloto de Arte/Educação desenvolvido pela Faculdade de Educação da USP em escolas periféricas da cidade de Guarulhos, do qual participou. Em sua fala, Thais destacou a importância de integrar a criança no projeto de trabalho, fazendo com que ela de fato faça parte do que foi trilhado para um aprendizado significativo.

A professora exemplificou diversos momentos de seus dois anos nesse projeto, que mais tarde se transformaria em grade curricular da Secretaria de Educação, dentre eles, experiências com educadores resistentes para uma prática reflexiva, atividades que despertem curiosidade, quebra da rotina no processo de criação, ousadia nas construções didáticas e sobretudo autonomia desses aprendizes.

A artista Plástica da Trupe Ortaética Vivi Minorelli, privilegiou em sua fala a necessidade de atividades cíclicas, que retornam para o auto-conhecimento. Além disso discursou sobre sua condução de turmas de pesquisa entre adolescentes e adultos em fotografia e cenografia dentro da Cia.

Thais Aguiar retomou a conduzir o encontro quando propôs aos envolvidos uma dinâmica de percepção e pontos de vista, interferindo nas relações entre as pessoas e principalmente na conduta do orientador de uma atividade de artes.

Durante o bate-papo entramos em demais assuntos da realidade vivida pelas famílias atendidas no C.C.A. principalmente sobre o aspecto rural dos atendidos. Discutimos e abordamos também a questão da diversidade entre as crianças, o prazer no ato artístico e de aprendizado em todas as relações dentro da instituição.

Em seguida a equipe Ortaética expos imagens da ultima edição do evento “FORMARAU” e mais uma vez destacaram “arte como processo” e a preocupação de não usar a arte como um mero pano de fundo, uma ferramenta decorativa, mecanizada ou sem reflexão.

Outros integrantes da Trupe, César e Célia, falaram sobre suas experiências dentro do projeto de arte/educação e suas incessantes buscas por novas oportunidades de aprendizado, inclusive da atitude de cada um deles em buscar formação em diferentes linguagens e referencias mesmo fora do período de trabalho na equipe teatral.

Foram exibidos vídeos que demonstraram eventos que contemplam o teatro em procedimentos diferentes, porém todos em constante formação; bem como a alternância de temas debatidos, todos germinados dentre os participantes das comunidades atendidas.

O encontro foi finalizado com uma dinâmica de percussão corporal em diferentes ritmos feitos com o próprio corpo, dentre eles o baião, o samba e o rap.

Foi uma tarde de troca de experiências e descontração, ambas as equipes expuseram suas intenções de promover capacitação na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, onde a Trupe atualmente faz morada, a fim de que aja mais tempo hábil para outras trocas simbólicas.



As experiências significativas em ARTE realizadas na Educação da Prefeitura da Cidade de São Paulo estão a disposição para serem comentadas. Tranformo minha prática docente e artística num espaço de debates.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

A TRUPE QUE ATUOU NA EMEF FREI GALVÃO ESTÁ REERPESENTADA AQUI EM VIDEO



As experiências significativas em ARTE realizadas na Educação da Prefeitura da Cidade de São Paulo estão a disposição para serem comentadas. Tranformo minha prática docente e artística num espaço de debates.

sábado, 1 de maio de 2010

DIAGNÓSTICO PEDAGÓGICO/DISCIPLINAR

Arte/Educação Social


Minha primeira impressão das turmas foi um turbilhão de possibilidades; pois me vieram à mente muitas atuações positivas frente às situações bastante delicadas.

Há muita agressão, desrespeito, as crianças são invasivas umas com as outras. Não é comum esse comportamento, não deve ser considerado comum, pois está além das rotineiras desavenças entre crianças.

A transgressão é natureza do adolescer, mas nesses casos estão imbricados nas dificultosas relações, estigmas, exposições contrárias, negativas, afrontas e até patologias.

Até sabia que o desafio seria grande, mas percebi que o desafio é ainda maior, mas é também do tamanho do meu desejo de ser útil na vida deles. As dificuldades na educação me movem para esses caminhos.

Soa contraditório um espaço de ensino que leva o nome de Frei Galvão, um homem de paz, como patrono, ter um índice de violência tão grande.

As perspectivas do bairro são pequenas, as oportunidades para essas famílias são escassas e em muitos casos se quer existem. As crianças são vitimas da sociedade, das faltas de políticas publicas eficazes e freqüentemente também são vítimas de suas próprias famílias pelo descaso.

Essas crianças em formação (em sua maioria), vivenciam uma deformação de conduta em tempo integral nos espaços da comunidade e pelos casos de agressão que acontecem com dentro da própria escola, eles se habituam com o que é errado, eles convivem com muitas ausências e no espaço que a fé, o respeito, a educação não entram, males que irão ferir sua cidadania para sempre ocupam esses espaços. É uma inversão de valores. Há um esforço por parte da escola em oferecer o que a família deixou de lado, como regras e limites, mas evidente que essa tarefa não é mesmo fácil.

A gentileza causa estranhamento entre eles, a cordialidade é o inusitado; pois ninguém pode dar o que não recebe.

A sensação que me dá é que a lei do mais forte é sempre cobrada dessas criaturas, que pela idade, deveriam ser delicadas, sensíveis e protegidas pelos adultos.

Daí fica fácil entender a agressão gratuita, a ofensa da moralidade do outro, o benefício próprio em detrimento dos demais, uma vez que através da força que eles se garantem, se sobressaem e buscam uma identidade; mais uma vez reflito: inversão de valores.

A arte pode interferir positivamente nesse caótico ciclo pelo seu caráter de humanizar as relações e os olhares.

A ação dos professores nem sempre vai alcançar lugares e não-lugares habitados pelas ausências; mas ao menos no curto espaço de tempo em que o estudante fica na escola ele precisa levar de lá parâmetros que mesmo que divirjam dos de sua realidade, ele possa conseguir refletir a distinção pela linha tênue que separa uma vivência humana saudável da deformação cidadã.

Se o tempo assim permitir e a impermeabilidade do sentimento deixar vazar essas experiências de afeto construídas na escola, através da arte, esses estudantes poderão construir algo capaz de ser um propagador da paz.

Mas sozinhos eles não irão conseguir, ninguém conseguiria; o ser humano é um ser de relações, fruto do meio em que vive e só pode caminhar pelo bem, se for instrumentalizado para isso.


Estou disposto a ser instrumento desse lugar interno, dessa experiência do encontro consigo mesmo, pois a arte educa, sensibiliza, faz ouvir, perceber e criar rizomas para toda a vida.

Que eu permaneça com minhas inconformidades pois elas trazem minhas ações, as idéias surgem para sanar ou mediar situações.

O educador pode ser um diferencial na relação do catalisador de sentimentos que é o aluno; nele, indivíduo em formação psicológica, social, física; estão todas as marcas que outras pessoas deixaram ao longo de sua vida.

Se o aluno chega à margem da sociedade é por que muitas pessoas o colocaram dia a dia longe desse epicentro social; a cada detalhe, a cada ação desmedida, a cada falta de ação ou indução pelo exemplo, esse jovem foi distanciado ao longo do tempo dos parâmetros saudáveis de convivência, de civilidade.

Não são apenas das grandes agressões que se cria um delinqüente; os fatos, por menores que pareçam ser, se somam e constroem através da desconstrução; assim muitas personalidades são formadas, se é que essa é a melhor palavra para se empregar nesse contexto.

Desde um olhar carrancudo, de um grito que fere, uma palavra mal dita ou uma exposição desnecessária, são todas ações que corroboram para aquilo que eles já carecem dentro de suas famílias.

A família é a instituição mais adoentada nesse início de século.

Do mesmo modo, ou até mais grave, a ausência também fere em qualquer esfera social, principalmente na área da Educação; o afastamento, a intolerância, o desprezo, a falta de dizer: "bom dia!!!", a falta de um sorriso; ferem gradualmente essas crianças, embora elas não se manifestem cobrando essas atitudes (até por que não podem cobrar o que não conhecem) mas certamente cobrarão da forma mais transviada possível; desafiando, se fazendo valer (mesmo que de formas negativas) como quem dissessem: "Olha eu aqui!!! Eu existo e quero alguém para se comunicar comigo" evidente que comunicação se estabelece em outros níveis de compreensão da mesma, até por que a violência sempre será o "descomunicar" mas não se pode tratar essa máxima como um dogma; pois o ato de violência comunica muitas mensagens subliminares de seu autor.

Nesses meus primeiros dias na escola, me preocupei em conhecer a garotada, as crianças oprimidas pelos líderes e os opressores mirins que lideram os grupos; busquei conhecer também os espaços, a rotina, as metodologias e os comportamentos para que eu possa pensar de forma estratégica possibilidades para contribuir com o trabalho da equipe escolar.

À mim não bastava elaborar um diagnóstico disciplinar/pedagógico somente pela observação, nessas primeiras manhãs na companhia dos meus novos alunos já estive presente na entrada do turno, nos recreios, nas conversas entre eles e até nas brigas, tentando conversar, estabelecer diálogo. Brinquei no playground, joguei bola com alguns e conversei com muitos.

Como toda criança e adolescente desses tempos, todos eles são facilmente seduzidos pela internet, pela tecnologia, pelo que é digital; mas ainda não vêem, por exemplo, a internet como um recurso para aprender, entendem essa ferramenta apenas como uso para jogos.

Para início de ação recorri aos meus recusos didáticos teatrais para envolve-los nas aulas de artes, para que o aprendizado seja de fato significativo.

Solicitei o Planejamento Político Pedagógico da escola e já estou em profundos estudos da publicação ORIENTAÇÕES CURRICULARES – Proposições de Expectativas de Aprendizagem – Ensino Fundamental Ciclo II - ARTES.

A partir de todo panorama vivenciado nesses dias proponho:

* Elaborarei um esquema de envolvimento desses estudantes com as mídias e novas tecnologias através de um BLOG CULTURAL onde eles sejam as próprias matérias. Essa é uma experiência de sucesso que desenvolvo há anos em outra escola.

* Implantarei as ELEIÇÕES DOS LÍDERES CULTURAIS com a visão de fomentar estudantes voltados para a construção de espaços de arte dentro da escola, em todas as linguagens. Existem muitas lideranças negativas entre os alunos, é hora de transformar esses conceitos.

* Desenvolverei o projeto "O PODER DA GENTILEZA" com intervenções performáticas a fim de estimular pelo exemplo a cordialidade, o respeito, o afeto, o vínculo e a amabilidade. Esta iniciativa de cunho cultural, artístico e pedagógico terá como pesquisa de significado e significações de pesquisa estudantil a canção "GENTILEZA" de Marisa Monte, uma trilha sonora para nossas manhãs.

* Lançarei um código de REGRAS já explicado nos primeiros dias de aula, onde todas elas são lúdicas e sensíveis para a idade dos estudantes. Uma maneira de apresentar a eles que regras fazem parte de toda sociedade, mas que essas leis podem ser divertidas e discutidas por todo grupo. Os estudantes que descumprirem as 5 regras básicas não participarão dos passeios culturais promovidos por mim.

* Trarei companhias teatrais para dentro da escola com espetáculos gratuitos que contemplem temas deficitários na formação familiar desses estudantes como respeito, higiene pessoal, compromisso, etc.

* Organizarei um ciclo de atividades extraclasse com visitas às principais instituições de arte de São Paulo.

* Estarei próximo dos alunos nos recreios, nos horários de H.A. (Hora Atividade) para estabelecer uma contínua formação de vínculo com essas crianças, oferecendo a elas atenção que elas tanto carecem.

* Irei oferecer aos estudantes aulas de artes dinâmicas que os envolvem através do teatro e suas maneiras de interpretar o mundo, nesses encontros priorizarei muito mais a construção de uma identidade pessoal e coletiva em detrimento do mero conteudismo, pois os conteúdos estarão dissolvidos nas ações práticas.

Referências Bibliográficas

• ALVES, Rubem. Conversas com quem gosta de ensinar. S. Paulo: Cortez Editora, 1991.

• BARBOSA, Ana Mae. Arte-Educação: conflitos/acertos. SP: Max Limonad, 1985.

• VIGOTSKI, Liev S. Psicologia da Arte. S. Paulo: Martins Fontes, 1998.

• SPOLIN. Viola. Improvisação para o teatro. SP: Perspectiva, 1982.

• REVERBEL, Olga. Um caminho do teatro na escola. SP; Scipione, 1989.

• _______________. Oficina de Teatro. P. Alegre: Quarup, 1993.

• _______________. Jogos Teatrais na Escola. Atividades globais de expressão. S. Paulo: Scipione, 1993.

• IAVELBERG, Rosa. Pra gostar de aprender arte. S. Paulo: Artmed Editora, 2003.

• MARTINS, Mirian Celeste. PICOSQUE, Gisa. Didática de Ensino da Arte. Editora FTD, 1998

Referências Audiovisuais

• Arte na Escola – Coleção 2010

• Patch Adans – O amor é contagioso

• Doutores da Alegria – O filme

• Baú do Faz de Conta – TV Cultura

PROFESSOR TIAGO ORTAET®

São Paulo, 26 de Abril de 2010.


As experiências significativas em ARTE realizadas na Educação da Prefeitura da Cidade de São Paulo estão a disposição para serem comentadas. Tranformo minha prática docente e artística num espaço de debates.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

CURSOS GRATUITOS DE TEATRO, FOTOGRAFIA, CENÁRIO, PERCUSSÃO CORPORAL, DRAMATURGIA, CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS, MALABÁRIS ETC

TRUPE ORTAÉTICA DE TEATRO COMUNITÁRIO
Temporada 2010

*****Cursos Gratuitos*****
TEATRO – FOTOGRAFIA – CENÁRIO – CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS –
PERCUSSÃO CORPORAL – INICIAÇÃO MUSICAL - MALABÁRIS – DRAMATURGIA –
CONTRUÇÃO EMOCIONAL DO ATOR

INSCRIÇÕES ON LINE
www.tiagoortaet.com.br

Mais informações acessem nossos canais virtuais de comunicação: Estamos no Orkut, Facebook, Myspace, Blog, Fotolog, MSN, Twitter, Youtube, Iteia, Overmundo, Flickr...

Rua: Galvão Bueno, 782 – 12º andar – Sala: 1209 – Liberdade São Paulo SP (Próximo ao Metrô São Joaquim) tel.: 3388-1168 ou DISK-ORTAÉTICA 9996-4606
www.trupeortaetica.blogspot.com

OS CURSOS DE 2010

TEATRO
Dedicamos quatro grandes turmas de teatro Performático, em diferentes dias e horários, no nosso calendário 2010 por ser uma tradicional oficina artística da Trupe Ortaética e por entendermos que o teatro é sem dúvida a essência que nos move para as demais linguagens artísticas. Em aulas semanais os alunos terão 20% de aulas teóricas e 80% de aulas práticas.
Nos baseamos em diversas metodologias artísticas e pedagógicas, mas temos algumas que são norteadoras de todo o trabalho, destaque para a pedagogia de Paulo Freire e Vigotsky e a fundamentação teatral do “Teatro do Oprimido” de Augusto Boal.
Nas aulas os alunos terão acesso às experimentações corporais, sonoras, sensoriais e estéticas em aquecimentos, alongamentos, jogos teatrais, dinâmicas de grupo, improvisações, construções de cenas, dicção, voz, relaxamento e produção de espetáculo. Além de tudo isso, temos integrado às oficinas teatrais experimentações em performances de rua e intervenções urbanas.

Inscrições somente pelo site: www.tiagoortaet.com.br até dia 26/02 ou até esgotarem as vagas.

1) CURSO DE TEATRO - turma A (de 15 a 100 anos) ANUAL - 50 vagasSegundas- Feiras das 19 às 21hs 30min - Professora SOL
2) CURSO DE TEATRO - turma B (de 12 a 18 anos) ANUAL - 50 vagasTerças-Feiras das 16:30 min às 18h 30min - Professora SOL
3) CURSO DE TEATRO - turma C (de 18 a 100 anos) ANUAL - 50 vagasTerças-Feiras das 19 às 21h - Professora Thaís
4) CURSO DE TEATRO - turma D (de 18 a 100 anos) ANUAL - 50 vagasSábados das 10 às 13h - Professora Thaís
Local do Curso: Rua: Galvão Bueno, 782 sala 1209 – 12º andar – Liberdade São Paulo SP (Próximo ao Metrô São Joaquim)
tel.: 3388-1168 ou DISK-ORTAÉTICA: 9996-4606

FOTOGRAFIA
Por ser uma linguagem muito valiosa da nossa Cia, a imagem tornou-se ao longo dos anos combustíveis necessários para nossos vídeos, intervenções e eventos festivos.
Pela primeira vez disponibilizaremos essa oficina temática para a comunidade em geral.
Nas aulas semanais além de técnicas,os alunos serão instigados às percepções urbanas, cotidianas; uma experimentação através de símbolos visuais, a poética do olhar. Haverá saídas pela região central de São Paulo para pesquisa de campo.

Inscrições somente pelo site: www.tiagoortaet.com.br até dia 26/02 ou até esgotarem as vagas.

Oficina de Artes Visuais no Teatro: Fotografia e Cenário (De 15 a 100 anos) Semestral – 20 vagas

Local do Curso: Rua: Galvão Bueno, 782 sala 1209 – 12º andar – Liberdade São Paulo SP (Próximo ao Metrô São Joaquim)
tel.: 3388-1168 ou DISK-ORTAÉTICA: 9996-4606

CENÁRIO
Integrado às aulas de fotografia, a questão cenográfica está para nós na vertente das artes visuais dentro do teatro,sendo um importante fator de pesquisa. Nossa concepção de cenário passa principalmente pelo CENÁRIO DIGITAL.
No mesmo módulo de fotografia, os alunos terão conceitos de cenários que serão desenvolvidos para os espetáculos produzidos pelas turmas de interpretação.

Inscrições somente pelo site: www.tiagoortaet.com.br até dia 26/02 ou até esgotarem as vagas.

Oficina de Artes Visuais no Teatro: Fotografia e Cenário (De 15 a 100 anos) Semestral – 20 vagas

Local do Curso: Rua: Galvão Bueno, 782 sala 1209 – 12º andar – Liberdade São Paulo SP (Próximo ao Metrô São Joaquim)
tel.: 3388-1168 ou DISK-ORTAÉTICA: 9996-4606


CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS
Todo ser humano é por natureza um contador de histórias, por essa premissa a Trupe Ortaética inaugura essa oficina voltada para educadores e pessoas interessadas.
Dentre os conteúdos abordados nessa jornada de aprendizado os alunos terão: Interpretação, breve introdução gramatical, diversas formas de contar histórias, peças confeccionadas pelos próprios alunos com materiais reaproveitáveis (bonecos e cenários), criação de histórias.

Inscrições somente pelo site: www.tiagoortaet.com.br até dia 26/02 ou até esgotarem as vagas.

OFICINA DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS (Voltado a Educadores e interessadsos de 16 a 100 anos) BIMESTRAL - 30 vagas - Professora SOL
Local do Curso: Rua: Galvão Bueno, 782 sala 1209 – 12º andar – Liberdade São Paulo SP (Próximo ao Metrô São Joaquim)
tel.: 3388-1168 ou DISK-ORTAÉTICA: 9996-4606
PERCUSSÃO CORPORAL
Nossa visão de que a arte é mesmo um jogo que requer estratégias vinculadas aos sentidos humanos será mais uma vez degustada nessa nova oficina.
Os alunos aprenderão a instrumentalizar o próprio corpo como recurso sonoro. Como o histórico da Trupe Ortaética remete muito às intervenções de rua, os alunos terão como desafio se apropriarem do espaço urbano e seus temas diários para criar sons, aplicando os conteúdos absorvidos nas aulas.

Inscrições somente pelo site: www.tiagoortaet.com.br até dia 26/02 ou até esgotarem as vagas.
VIVÊNCIA ARTÍSTICA - WORSHOP "A CONSTRUÇÃO EMOCIONAL DO ATOR" (de 19 a 27 anos) BIMESTRAL - 15 vagasQuartas e Sextas-Feiras das 19:30min às 22h - Alex Giostri
Local do Curso: Rua: Galvão Bueno, 782 sala 1209 – 12º andar – Liberdade São Paulo SP (Próximo ao Metrô São Joaquim)
tel.: 3388-1168 ou DISK-ORTAÉTICA: 9996-4606

INICIAÇÃO MUSICAL
Integrado às aulas de Percussão Corporal, essa oficina terá um grande artista convidado e um turbilhão de sensações a experimentar.
Os alunos terão noções básicas sobre a estrutura musical e a diferenciação de ritmo, velocidade, intensidade, volume e etc.

Inscrições somente pelo site: www.tiagoortaet.com.br até dia 26/02 ou até esgotarem as vagas.
OFICINA DE PERCUSSÃO CORPORAL E INICIAÇÃO MUSICAL (de 16 a 100 anos) BIMESTRAL - 20 vagassegundas-Feiras das 10 às 12h - Professora ThaísLocal do Curso: Rua: Galvão Bueno, 782 sala 1209 – 12º andar – Liberdade São Paulo SP (Próximo ao Metrô São Joaquim)
tel.: 3388-1168 ou DISK-ORTAÉTICA: 9996-4606

MALABÁRIS
Nosso envolvimento com o circo é constante, seja em nossas pesquisas audiovisuais, teóricas e práticas, seja em nossas intensivas performances de rua provocando a impessoalidade urbana.
Em 2010 temos essa oficina especial com a rica experiência de estreitar as relações das técnicas circenses com nossos alunos. Não temos a pretensão de formar malabaristas, mas sim de aproximar os alunos desse jogo envolvente. Nas aulas semanais os alunos terão aquecimentos, alongamentos, exercícios de coordenação motora e debates sobre a história do circo no Brasil.

Inscrições somente pelo site: www.tiagoortaet.com.br até dia 26/02 ou até esgotarem as vagas.
OFICINA DE MALABARIS (de 10 a 100 anos) BIMESTRAL - 20 vagasQuartas- Feiras das 14 às 16h - Césinha PradoLocal do Curso: Rua: Galvão Bueno, 782 sala 1209 – 12º andar – Liberdade São Paulo SP (Próximo ao Metrô São Joaquim)
tel.: 3388-1168 ou DISK-ORTAÉTICA: 9996-4606

DRAMATURGIA
Essa oficina está em sua segunda edição em nossa companhia, ela aborda a questão da escrita pessoal e coletiva, instiga o aluno a conhecer seus caminhos literários e a fazer uma análise dos detalhes do dia-a-dia.
Obs: Essa oficina terá inscrições abertas apenas no mês de Junho.

A CONTRUÇÃO EMOCIONAL DO ATOR
Curso Exclusivamente voltado para ATORES formados ou em formação, para essa oficina é preciso ter experiência na área cênica.
Serão abordados aspectos de psicodrama e grandes pensadores a respeito da subjetividade do ator interferindo no seu processo de construção de personagem.

Inscrições somente pelo site: www.tiagoortaet.com.br até dia 26/02 ou até esgotarem as vagas.
VIVÊNCIA ARTÍSTICA - WORSHOP "A CONSTRUÇÃO EMOCIONAL DO ATOR" (de 19 a 27 anos) BIMESTRAL - 15 vagasQuartas e Sextas-Feiras das 19:30min às 22h - Alex Giostri
Local do Curso: Rua: Galvão Bueno, 782 sala 1209 – 12º andar – Liberdade São Paulo SP (Próximo ao Metrô São Joaquim)
tel.: 3388-1168 ou DISK-ORTAÉTICA: 9996-4606

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